Arquivo da Categoria ‘Software Livre’

Palestra 2º FSLBH

sábado, 28 de novembro de 2009

Bom, o FLSBH não é um evento grande ainda, mas já teve duas versões, e dessa eu tive a oportunidade participar e falar sobre como traduzir o GNOME.

Eu saí de Brasília, onde moro atualmente, viajei 750 KM de carro, pra poder chegar na minha terra natal e poder falar de uma coisa que eu gosto para os meus coterraneos, vai gostar assim lá longe heim hehe… É, de fato eu gosto muito do GNOME e de BH.

Eu creio que a palestra foi bem bacana, a sala estava com cerca de 15 pessoas, ninguém saiu no meio da palestra no horário normal, e mesmo depois de atrasar 10 minutos todos permaneceram.

Foi uma experiência legal, pois eu já queria ter falado disso em público desde o ano passado quando auxiliei o VladmirMelo em sua palestra num evento em Brasília ( que me esqueci do nome agora), e dessa vez quem pode me auxiliar e me ajudar foi do Djavan Fagundes.

Tenho que esperar agora um feedback da galera para ver onde eu falhei para em outra oportunidade poder fazer melhor.

Mas estou muito satisfeito.

Preciso disponibilizar a palestra no Wiki do GNOME BR também, mas a principio vou deixa-la disponível aqui, e é quase certo que no site do FSLBH vai estar disponivel também.

Obrigado a todos que participaram da palestra, e obrigado a organização do FSLBH pela oprtunidade de falar do GNOME onde KDE era o foco (O evento estava associado ao KDE-MG).

Se quiser baixar a palestra e me xingar ou elogiar pelo conteúdo é só clicar aqui:

PALESTRA II FSLBH

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Fazendo o Gnome-Shell seu ambiente padrão no Debian

domingo, 1 de novembro de 2009

Depois de um comentário do Kov neste blog me mostrando que o Gnome-Shell está no Debian a pouco tempo, através deste POST em seu blog, me lembrei que a grande maioria dos softwares, só não me arrisco dizer todos, que estão nos repositórios do Debian, possuem um manual ou um README.Debian.

E o que isso tem haver com tornar o Gnome-Shell o ambiente desktop padrão do GNOME?

Bom foi lendo o README.Debian que eu aprendi como se faz da maneira certa.

No post anterior a este, eu dei uma dica de como instalar e fazer com que o Gnome-Shell fosse executado no ato do login do GNOME, mas venhamos e convenhamos, era uma baita gambiarra.

Era uma gambiarra por que ele fazia o gnome-shell executar quando o lgoin fosse feito e não que este fosse configurado corretamente para ser o ambiente desktop padrão, assim como o metacity/gnome-pannel são configurados normalmente.

Mas voltando ao ssunto, eu aprendi lendo o README onde está muito claro como isso dever ser feito.

Segue o trecho e o caminho para encontra-lo no seu sistema assim que seu gnome-shell estiver instalado:

A propósito, é bem encorajador :)

flamarion@arvore:~$ less /usr/share/doc/gnome-shell/README.Debian

…..

3. If you have enough corage…

GNOME Shell installs a .desktop file which makes it possible to make
it the default for your session, replacing metacity/gnome-panel. To
make it the default all you need to do is set the following gconf key
to ‘gnome-shell’:

/desktop/gnome/session/required_components/windowmanager

Here’s the gconftool command, if you’re feeling lazy:

$ gconftool-2 -t string -s /desktop/gnome/session/required_components/windowmanager gnome-shell

Não precisa ter medo, isso funciona.

Então esqueçam a dica do .gnomerc que dei anteriormente e usem a forma correta.

Caso não tenha facilidade de fazer isso pela linha de comando você pode fazer a mesma mudança a partir do “Editor de Configurações” que fica no menu Aplicações->Sistema->Editor de Configurações, no seu Debian.

E ele tem esta cara:

gconf

Modifique a chave selecionada para gnome-shell e terá o mesmo efeito que a linha de comando sugerida pelo README.

Espero que tenha ajudado, e obrigado Kov pelo comentário que fez no post anterior e me fez ler um pouco mais a respeito e fazer a coisa da maneira correta.

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Quer experimentar o Gnome-Shell no Debian?

sábado, 31 de outubro de 2009

Há algum tempo eu venho usando o gnome-shell, mas venho compilando ele diretamente do git.

Por acaso, eu ja deveria saber que estava lá, tentei fazer a instalação via apt (aptitude) no Debian.

Infelizmente para a versão testing ele ainda não está disponivel, mas para minha felicidade estava disponivel no sid, e sem dependencias quebradas, ou seja, instala que é uma beleza.

Caso você use também o testing e queira experimentar o gnome-shell no seu Debian pode fazer o seguinte:

Adicione o sid/unstable no seu sources.list, deixando-o assim :

cat /etc/apt/sources.list

deb http://ftp.br.debian.org/debian/ testing main contrib non-free
deb-src http://ftp.br.debian.org/debian/ testing main contrib non-free

deb http://ftp.br.debian.org/debian/ unstable main contrib non-free
deb-src http://ftp.br.debian.org/debian/ unstable main contrib non-free

Se preferir use sid onde está unstable e squeeze onde está testing, mas não vai fazer diferença.

Em seguida edite o /etc/apt/preferences, caso não exista crie e deixe dessa forma:

Package: *
Pin: release a=testing
Pin-Priority: 900

Package: *
Pin: release a=unstable
Pin-Priority: 500

Só para entender, o que fizemos foi o seguinte, adicionar o respositório da versão instavel do debian no sources.list junto com a versão de testes.

E para que, quando você fizer um aptitude safe-upgrade, upgrade ou dist-uprade, ele não assuma os pacotes mais novos como os atualizaveis, obviamente que estão na versão instavel, criamos o preferences onde colocamos uma prioridade maior para a versão de testes dizendo assim que os upgrades devem ser feitos a partir dessa versão.

E ai você vai me perguntar, como que eu instalo então o gnome-shell da versão instavel já que o sistema assume que a versão  de testes é a que prevalece?

É simples, você pode dizer ao aptitude que ele deverá buscar este pacote da versão instavel, da seguinte maneira.

Antes, é logico, você vai atualizar sua lista de pacotes com um:

aptitude update

E instale o gnome-shell assim:

aptitude -t unstalbe install gnome-shell

Coisa linda de Deus, vai baixar da sid só o gnome-shel e suas dependencias e instalar na sua versão testing.

Para ve-lo funcionando é bem simples, faça assim no seu terminal, com seu usuário mesmo:

gnome-shell –replace

Este comando vai te dar a próxima geração do ambiente de trabalho que o gnome trará na sua próxima versão, isso é bom caso você queira mudar para o gnome-shell quando atualizar seu gnome para o 2.30, ou 3.0 se assim for decidido.

Caso queira colocar o gnome-shell em backgroud para continuar usando o terminal é só usar o “&” no fim do comando, assim:

gnome-shell –replace &

E caso queira usar ele como padrão na inicialização pode criar o .gnomerc e lá dentro chamar o gnome-shell, algo assim:

flamarion@arvore:~$ cat .gnomerc
/usr/bin/gnome-shell –replace

Se o .gnomerc não existir, crie no seu home.

Lógico que deve existir uma maneira para que o gnome-shell seja seu ambiente padrão sem ter que usar o .gnomerc, mas eu ainda não sei.

Sei que assim funciona.

Se desejar usar o gnome-shell diretamente do git, na página oficial tem como fazer:

http://live.gnome.org/GnomeShell

Espero que curtam o gnome-shell o tanto que estou curtindo.

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Removendo MUITOS arquivos duplicados

quinta-feira, 22 de outubro de 2009

Você é daqueles, assim como eu, que baixa uma música, esquece que baixou e baixa novamente?

Você é daqueles, assim como eu, que as vezes se perde nos diretórios onde guarda seus documentos e tem que ficar fazendo buscas para achar as cópias ?

Você é daqueles, assim como eu, que quer dar uma geral no file system e deixar todos seus arquivos com somente uma versão e não ficar maluco procurando?

Pois é, você, assim como eu, pode usar uma ferramentinha bacaninha que encontrei nas andanças, ou naveganças, pela internê.

Alguns vão dizer:

Pô, mas isso eu faço com uma regex.

Ou dirão:

Eu faço um script que gera o hash e apago tudo.

Pois bem, que digam e que façam, por que eu achei muito mais prático usar o “fdupes“.

Realmente é uma aplicação que deve fazer exatamente o que essas pessoas dirão, eu não vi o código por isso não posso dizer, mas posso dizer que funciona.

E me pergunto por que não conheci esse cara antes heim? É sério, é tão simples e pelo que me parece existe empacotado para quase todas as distros, além de haver ports para o FreeBSD e Mac OS X, pelo menos é o que diz o Jefferson Alexandre, em seu blog.

O fato é que funciona e pode ser instalado facilmente. Vou dar alguns exemplos do uso.

Dessa forma o programa vai simplesmente identificar os arquivos duplicados naquele diretório.

fdupes /path/to/your/files

Assim o programa vai varrer os subdiretórios (recursive) em busca de arquivos duplicados, assim também ele vai somente identificar os arquivos duplicados.

fdupes -r /path/to/your/files

Aqui já é mais punk, ele vai varrer os subdiretórios, identificar os arquivos duplicados, triplicados ou *cados e vai te perguntar quantas versões você quer manter deste arquivo ou até mesmo se você quer manter todas as versões.

fdupes -r -d /path/to/your/files

Se você, assim como eu, tiver uns 10000 mp3 e tiver que responder arquivo por arquivo, você ta enrolado. Vai ter que responder muita pergunta. E é por isso que existe uma opção que por padrão não te pergunta P… nenhuma e mantém somente uma versão dos seus aruquivos, que é assim que se usa:

fdupes -r -d -N /path/to/your/files

Claro eu fiz isso com músicas, se você usar para manter somente uma versão de algo muito importante o ideal é usar uma iteração, que o terceiro exemplo te proporciona.

Mas para encurtar a conversa eu te digo que existem muitas opções legais desse aplicativo, e existe um jeito super fácil para você saber quais são, e esse jeito é dar uma olhadinha no manual do aplicativo.

Então boa sorte e divirtam-se.

Créditos: Jefferson Alexandre no seu post que me mostrou esse aplicativo.

http://www.midstorm.org/~jalexandre/blog/2009/10/removendo-arquivos-duplicados-com-o-fdupes/
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Vamos sim, promover o GNOME 2.28

quinta-feira, 24 de setembro de 2009

É fato, ontem foi lançado oficialmente o GNOME 2.28.

E como alguns colegas GNOMEIROS (essa eu inventei), eu vou fazer a promoção do GNOME.

Assim como o Lucas Rocha e o Vladmir Melo fizeram em seus respectivos Blogs, ai vai minha força:

made-to-share-274x140

Eu ajudei, então que tal nos ajudar a promover a mais nova versão do nosso GNOME

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Apresentação ao Planeta GNOMEBR

segunda-feira, 3 de agosto de 2009

Olá rapaziada e moçada!

Ou seria melhor rapazes e moças ?

Não faz diferença. Este post foi criado simplesmente para fazer uma pequena apresentação sobre mim ao Planeta GNOMEBR, foi uma sugestão que recebi quando abri o bug no Bugzilla, e eu só vi hoje quando fui lá verificar outras coisas.

Pois bem, sou o Flamarion Jorge, um cara bacana, bonito, cheiroso, inteligente, charmoso, sensual e modesto pra caramba :D ….pelo menos minha namorada acha hehe.

Brincadeiras a parte, este post é para agradecer a oportunidade de poder participar desta equipe fantástica que faz o GNOME ser um ambiente de trabalho sensacional e, de algumas versões pra cá, 100% traduzido para o Português do Brasil, e também para me apresentar.

Como já havia dito, sou o Flamarion, estou envolvido com o software livre desde o século XX, mas comecei a tomar gosto pela coisa foi mesmo depois de 2004.

Desta época pra cá tive o prazer de trabalhar com algumas distribuições, que no meu julgamentos, eram, e algumas ainda são, muito bacanas, tais como:

- Conectiva (6,7,8,9 e 10)
- Red Hat (Antes de virar Enterprise e hoje nas versões Enterprise)
- Debian (É a que mais me identifico hoje)

Desta lista, a distro que uso atualmente é a Debian, na verdade desde 2005, e também é distribuição onde conheci o GNOME.

Sou formado em um curso que foi criado na época onde o Software Livre estava dando seus primeiros passos aqui no Brasil, o nome do curso “era” Gestão de Software Livre na UNI-BH, foi bacana demais, tirando que fomos a turma cobaia da faculdade, mas foi legal assim mesmo.

Comecei uma pós graduação na UFMG em Redes de Telecomunicações, mas não terminei.

Tenho uma pequena certificação LPIC1 e atualmente estou fazendo um MBA em Gerenciamento de Projetos na Fortium, aqui em Brasília.

Trabalho em uma boa empresa, a Bull, e administro alguns servidores e storages da Dell e Blade Center com algumas lâminas e storages da IBM, todos com o Red Hat instalados.

Sou de “BelZonte” (pra quem não entendo o mineirês, significa Belo Horizonte), mas atualmente moro em Brasília.

Também ajudo em alguma coisinha na tradução do GNOME e de alguns po-debconf no Debian.

Basicamente é isso, este sou eu.

Espero poder contribuir mais, na medida que o tempo for sobrando.

Um abraço!

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Atualizando meu gtranslator – impressões e ações

sexta-feira, 31 de julho de 2009

Olá pessoal,

Vou tentar relatar pra vocês a minha experiência com o gtranslator que está disponível nos repositórios do debian.

Primeiramente é importante dizer que eu havia colocado em hold meu gtranslator por não ter gostado na nova versão, se não me engano 1.9.5, e depois de alguns meses eu resolvi atualizar meu programa para a tal versão.

Eu tinha ouvido falar, na verdade eu li em algum post do Leonardo Fontenelle, que o gtranslator tinha ficado mais bacana…. não me lembro bem se ele elogiou ou criticou, mas lembro de ter lido sobre uma boa impressão. Na época eu tentei compilar, já que ainda não estava disponível pré compilado para a distribuição que uso.

Enfim, atualizei.

Resultado, me lasquei. Não sei por que cargas d’agua o bendito (para não dizer maldito) do programa não usa as configurações que a versão anterior usava, ou seja tive que reconfigurar todo o programa, inclusive refazer o cabeçalho padrão com minhas informações, que particularmente é um saco, mas fiz e configurei.

A primeira impressão não foi boa, ter que refazer toda configuração do programa foi bem chato, e dei andamento, digo, continuei a usar o programa.

A interface é beeeeeeeeeeeem diferente da versão anterior, bastante assustador para quem estava acostumado com a outra versão, mas com a utilização fui me acostumando.

Algumas coisas que eu não gostei principalmente:

As teclas de atalho mudaram, não são mais “alt+direita” e “alt+esquerda” as teclas que navegam pelas mensagens.
As teclas de atalho para a próxima mensagem aproximada da até medo de tentar, “shift+ctrl+page_down” ou “page_up“…
Isso já havia me chateado.
A disposição das janelas não deixa claro o que não está traduzido e o que está parcialmente traduzido, na outra versão tínhamos um frame na lateral esquerda, que dividia em um menu as mensagens traduzidas, aproximadas e não traduzidas, na nova versão você tem que entender os símbolos…

Estas foram as coisas que me chatearam.

Alguns vão pensar “que cara preguiçoso, só mudaram algumas coisas estéticas”, é verdade, mas quem usa uma ferramenta a bastante tempo e a ferramenta sofre uma mudança “estética” brusca, sente dificuldade em produzir.

Foi o meu caso.

Como se não bastasse, fui usando e me acostumando, então percebi que em algumas situações o programa simplesmente fechava, de repente, do nada, como se alguém fosse lá e fechasse o programa.

Primeiro eu achei que havia uma alma perdida tentando me atrapalhar, mas foi só eu executar o programa em um terminal que ganhei de presente um baitasegmentation fault“, que por sinal só acontecia quando eu usava as “novas” teclas de atalho…. eu já estava ficando puto, tudo que eu traduzia era perdido se eu não salvasse a cada mensagem traduzida.

Por fim, vi que o programa estava bugado mesmo e resolvi executa-lo com o dbg, ou gdb, não me lembro.
Mas ai sim constatei o problema que resultou em um bug aberto no Debian.
Não sei se existem patch‘s de alguém do debian no gtranslator, então abri o bug lá mesmo, depois vou saber de alguém que sabe esta informação se devo abrir no bugzilla do gnome mesmo, mas enfim, desinstalei esse @$%¨&*() do gtranslator 1.9 e voltei para o meu antiguinho 1.7 e ta tudo beleza.

Mas também houveram algumas coisas boas, uma memória de tradução que funciona de fato, um banco de dados de mensagens que se baseia em arquivos .po de um determinado diretório.

Outra ótima funcionalidade é que se a mensagem traduzida não estiver exatamente com as marcações da mensagens original, você nem consegue avançar, isso vai economizar alguns msgfmt‘s …

Mas apesar de tudo minha experiências não foi legal e eu não gostei nada, e o que fiz para resolver o meu problema foi reverter a versão até que eu ache novamente que devo fazer a atualização.

Então vou ficar com o gtranslator em hold por um bom tempo, até que eu leia em algum lugar alguém dizendo que tem algo que realmente valha a pena para que seja feito este upgrade!

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Relatos do FISL10

domingo, 28 de junho de 2009
Depois de muito tempo sem participar do FISL, este ano com o apoio da empresa onde trabalho, pude ir e participar do melhor de todos que já havia participado.
O último FISL que participei foi o 6, e já havia sido ótimo. Este me surpreendeu.
Das muitas coisas que achei bacana demais, 3 foram especiais.
A primeira foi a presença do Lula, conhecer as pessoas que somente conhecia pelo irc, twitter, jabber, gtalk ou identica e rever velhos amigos da minha cidade natal.
Vou colocar algumas fotos que tirei pelo FISL, e vou fazendo uma legenda em cada uma.

De FISL10

Lombra e eu

De FISL10

Mad Dog, Faw e Eu

De FISL10

Lombra, Gnuuuuuuuuu (Cascardo) e Eu

De FISL10

Lombra, Sene, Mussi e Eu

De FISL10

Lincoln ou Linconl… eu nunca sei

De FISL10

Na sequencia da direita para esquerda: Gabirel, Licio, Dudanogueira, Ceolin e Eu

De FISL10
Bons amigos de Linux-BH, Belo Horizonte e FISL… muitas histórias Global, Ceolin e Eu

De FISL10

Aqui é o povo de BH no samba…

De FISL10

eth0, Ulisses e eu

De FISL10

Um cara careca que não sei quem é e o Pretto

De FISL10

Tradutores do gnome, donoway e eu

De FISL10

Ursinha e eu

De FISL10

Aqui pra minha surpresa um ex aluno e agora amigo, apareceu em Porto Alegre…. Marcos ou Marcus e eu !

De FISL10

Lucas, Licio e eu (Ubunteros)

De FISL10

John Wendell, Eu, Vdepizzol e Lucas (Gnomeiros)

De FISL10

Marcelo Branco e Eu

De FISL10

O safado do Leleobhz e, adivinhem … EU

Daqui pra frente vou parar de colocar “EU”.

De FISL10

Eriberto (debian), saimos de Brasília para nos encontrar em Porto Alegre…

De FISL10

Denis Faria e Dani (Obrigado Presleyson por me ajudar a recordar o nome dela).

De FISL10

Este não é meu amigo, mas pelo menos assinou minha chave gpg hehehe, Bdale Garbee the grand father of debian.

De FISL10

Andrelop e Eriberto…

De FISL10

Corinto Meffe.

Esta foi só uma amostra do tanto de gente que eu encontrei lá em Porto Alegre no FISL deste ano.
Queria muito agradecer todos que pude encontrar, conhecer e rever por estes dias…. foram ótimos.
Aqui eu coloquei todas as fotos que tirei lá em Porto Alegre, claro que não falei de todo mundo que conheci lá, e não quero que fiquei bravos comigo, mas principalmente o pessoal de BH, queria dizer que foi muito bom estar com você estes poucos dias.
Este ano ainda vai ter o EMSL, talvez eu reveja mais pessoas caso eu vá, mas por hora foi muito bom.
Tirando tudo isso que já disse, destaco também a festa de assinatura de chaves e algumas poucas palestras legais.
Mas pra mim o auge do evento foi a oportunidade de ver pessoas.
Por hora é só.
Aqui vou deixar o link das fotos do evento.

http://picasaweb.google.com/jorge.flamarion/FISL10#

Obrigado

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